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Pizzaria Paineiras - o post mais rápido da história do blog...

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Adoraria falar sobre como a pizzaria Paineiras, em Santo André, é boa... Mas, como ficamos mais de 10 minutos lá dentro, com os garçons ociosos, sem fazer nada, e ninguém nem olhando para nos atender, fomos embora. Um conselho? Nem vale a pena perder seu tempo com a pizzaria.

crédito da foto: D´Fávari

Mais que um pão com ovo

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Quando o Di tem que viajar a trabalho, fico com uma preguiiiiiça de cozinhar somente para mim... muitas vezes apelo para o macarrão instantâneo, pedaços de pizza congelados e o tal pão com ovo.


Podem falar o que for, mas que um pãozinho com ovo é gostoso, aaahhh... isso é! Mas, um pão com ovo, não precisa ser somente "um pão com ovo", você pode levar criatividade, novos sabores e até um certo "glamour" para sua gastronomia, digamos, não tão refinada.

Aqui vai uma sugestão, acabei de fazer, super prático, gostoso... um "egg in a basket" revisitado:

- duas fatias de pão de forma
- 1 ovo
- queijo a gosto
- carne a gosto - já pronta (carne moida, frango desfiado... eu usei atum enlatado com molho de tomate)
- margarina/manteiga
- temperos a gosto


Deixe o forno pré aquecendo.
Unte levemente a forma com manteiga ou margarina, coloque uma fatia de pão de forma e recheie com a carne e queijo (usei atum enlatado com molho de tomate e lascas de gorgonzola, também coloquei manjericão fresco).


Coloque por cima a outra fatia de pão de forma com um circulo recortado em seu centro.


Quebre um ovo em uma tigelinha a parte e coloque com cuidado na parte central, onde está o buraco no pão de forma.


Tempere o ovo com um pouco de sal, coloque mais um pouco de queijo por cima e leve ao forno. Cerca de 20min em 180oC, ou até o ovo ficar cozido. Não deixe o forno muito quente para não queimar o pão e o ovo ficar cru.


Pronto! Agora é só se deliciar com seu pãozinho com ovo!

Bom apetite!

Hamburguer do Seu Oswaldo e o Avatar

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Você já deve ter assistido Avatar, não? Aquele filme dos Na'vi, humanoides azuis gigantes (que parecem um cruzamento de ThunderCats com Smurfs), que veneram uma árvore e vivem em um ecossistema que foi ameaçado pela ambição humana? Ok, então você vai entender bem o que vou falar adiante.


Antes de se perguntar porque falar de cinema em um blog de gastronomia, ou o que um boteco/lanchonete na R. Bom Pastor, no meio do bairro do Ipiranga (de onde ouviram um brado baixinho, mas retumbante, de um imperador com problemas intestinais), tem a ver com isso? Tudo!


Sabe quando todo mundo, imprensa, internet, povo, fala muito bem de uma coisa, você vai conhecê-la e tem uma enorme decepção, pois não é nem um décimo do que falam? Assim foi minha primeira (única, e espero que última) sessão de Avatar. E é assim que percebi o famoso Hambúrguer do Seu Oswaldo, lanchonete tradicional de SP com lanches que causam burburinho para todo lado. Acho que tenho um determinado conhecimento para falar de junkie food em geral, especialmente de hamburgueres. Também não sou do tipo de pessoa que precisa de luxo, pompa e tudo o mais para gostar de um lugar (o saudoso Madame Tussaud, o Toninho & Freitas e até o Madalena são provas disso); acredito que o grande motivo de você ir a um restaurante é a experiência gastronômica. É claro que fica muito legal quando você vê um prato bem apresentado, com ingredientes finos e toda aquela frescura em torno de você. Mas tem horas que nada é melhor que aquele cachorro quente daquele trailer de frente de uma faculdade, ou aquele pão na chapa de padaria.


E partindo disso, sem pensar em qualquer outra coisa que não seja o lanche que vai chegar à minha frente em pouco tempo, que começo a falar do Seu Oswaldo. Um tradicional reduto do Ipiranga, ampliado e reformado em 2008 (após o falecimento de seu proprietário), a lanchonete tem algumas peculiaridades interessantes: não aceita cartões, não tem telefone para contato, não serve porções de batatas fritas, tem "refresco" (solúvel) e suco de laranja (natural) e comete uma heresia no que é seu ponto mais famoso: todo hamburguer vem acompanhado de molho de tomate. Aí vem minha pergunta: você pega um prato de spaghetti à bolognesa e joga maionese, mostarda e um pouco de picles por cima? Ou, na hora de uma pizza, troca o molho da massa por batatas fritas? (que me desculpe o povo gaúcho, mas pizza com batatas fritas não dá!). Então deixe meu hamburguer em paz sem o molho de tomate! Cada qual no seu lugar, cada um no seu quadrado!


Em uma incursão pouco comum (pois não estava acompanhado da Cá, e sim do meu pai, pois foi idéia dele conhecermos o lugar em um dia após uma reunião lá perto, além de já ser bem tarde para almoçar em qualquer restaurante), lá fomos nós conhecer o lanche criado e difundido por uma pessoa com cara de poucos amigos (a foto do Seu Oswaldo na lanchonete mostra que ele era bem ranzinza), e fomos atendidos prontamente pelo Manoel, funcionário mais antigo da casa (com mais de 13 anos de lanchonete); Atencioso, anotou o pedido atrás do balcão e mandou imediatamente para o chapeiro, que depois de alguns minutos parado, pensando na vida, resolveu fazer nossos lanches. A minha escolha, um cheese-bacon com maionese sem molho de tomate, já começou torta: o lanche chegou com molho. A primeira reação do garçom foi levar de volta, corretamente, e o chapeiro parou para pensar no que fazer com o lanche. Ele cogitou tentar tirar o molho do lanche e servir novamente (e foi repreendido pelo Manoel), mas desistiu da ideia e fez um lanche novo.



Antes de falar dos defeitos, vamos elogiar as qualidades: é um lanche saboroso, honesto (o que você vê em fotos é exatamente o que eles fazem) e não muito caro (custa em torno de R$ 10,00. Mas, como já falei que vou citar os defeitos, vamos lá: o lanche é pequeno (não vi ninguém comer menos de dois lanches lá, e olhe que havia de tudo lá: pessoas de todos os gêneros, tamanhos, apetites e etc...), o que torna a incursão cara (afinal, você acaba gastando mais de 10 reais para comer mais de um lanche... o que seria resolvido se eles deixassem a teimosia de lado e servissem porções diversas de entrada); a forma de cálculo deles para adicionais nos lanches (você tem no cardápio, por exemplo, o cheese bacon, mas não tem um cheese bacon maionese, muito menos o valor para adicionar maionese; isto os garçons calculam de cabeça sem explicar para você - a não ser que questionados, como eu fiz) e o grande defeito: o molho de tomate. Por mais delicioso que seja, por mais gosto que dê ao lanche, é uma tremenda heresia; um ou outro lanche (como essas hamburguerias "premium" costumam fazer - e até o McDonalds já entrou nessa em lanches de série limitada), tudo bem, mas todos? Isso não se faz, seu Oswaldo!


No fim das contas, o hamburguer do Seu Oswaldo não é um lugar ruim, definitivamente, mas a expectativa se torna muito grande pela reputação, e isso estraga toda a experiência de ir lá. Não é um local que pode ser considerado um verdadeiro ponto turístico gastronômico de SP (mais uma vez: não pelo visual ou pelo ambiente; o Estadão pode ser considerado um ponto desse tipo, e tem o ambiente muito mais “boteco” que o seu Oswaldo). Minha sugestão: se estiver com vontade de comer um hamburguer naquela região, vá ao Zezinho ou para o A Chapa. É garantia de três coisas essenciais: batatas fritas, lanches maiores e, o principal: SEM MOLHO DE TOMATE. O hamburguer tem de ter seu sabor pela própria combinação carne-pão... E o resto é acessório. O Seu Oswaldo pode ter criado uma ótima receita de molho, mas pecou ao criar a dependência de seu lanche a isso. E Kìyevame para vocês!

D.

(o crédito das fotos é do hamburguer perfeito e do xfanaticos.com.br)

Em 3 minutos, pizza ou miojo? Lets Pizza!

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Eu e o Di estivemos conhecendo a costa Amalfitana no mês de junho...

Era um canto do planeta que eu sempre via naqueles programas de viagem e pensava “noooossa, um dia eu chego lá!”... E não é que esse dia chegou?! (Mais feliz ainda de ser com uma pessoa tão especial quanto o Di!).


A costa Amalfitana se localiza na Italia; são pequenas cidades coloridas, “penduradas” em enormes encostas rochosas, cheias de ruas estreitas perfumadas por uma profusão de pés de frutas cítricas.

Ficamos hospedados em Sorrento e claro, não poupamos esforços para descobrir a gastronomia local, mas, talvez a descoberta mais curiosa tenha sido no nosso ultimo dia de viagem, passando pela centésima vez de carro em frente a rodoviária da cidade: Lets Pizza.

Eu já tinha lido sobre ‘Lets Pizza’ em blogs de gastronomia, mas, até ai, não tinha como ir alem... Até que de longe avistei o caixote vermelho colocado num canto da rodoviária de Sorrento:


- Di, para, para, para!!!


Tadinho, ele não entendeu nada! rs


Claro, paramos e lá fomos nós descobrir “Lets Pizza”!


Lets Pizza se trata exatamente disso, um enorme caixote vermelho chamativo e cheio de curiosidade por todos os lados!

Num primeiro momento as pessoas ficam inibidas, mas experimente colocar 3 euros na maquina e escolher seu sabor preferido de pizza....... um montão de gente começará a cercar a maquina loucos para ver o que está acontecendo; com a gente não foi diferente!




Haviam 4 sabores para escolha, custando de 3 a 4,50 euros – muçarela (é com Ç mesmo, apesar de feio), marguerita, muçarela com presunto e outro que não me lembro...


Escolhemos a de presunto, clicamos o numero na maquina e... começou o show! RS


No lado esquerdo da máquina há um recipiente com farinha, assim que o pedido é selecionado, a maquina bate a massa. Acho que esse é grande diferencial de Lets Pizza, a massa é feita na hora! Nada de disquinhos semi prontos de pizza já com aquele molho seco em cima! Você pode ver essa etapa acontecendo diante dos olhos.

Logo em seguida, a massa vai para a parte central da maquina, agora sim, fechada, mas vc pode acompanhar o que acontece lá dentro através de um display que informa: o molho está sendo colocado, o recheio, etc.

Na fase seguinte, mais a direita, a pizza entra num forno giratório e começa a assar. Você pode ver as borbulhas se formando na massa, o queijo derretendo, a borda dourando... a fumacinha saindo! Tão divertido quanto apetitoso.

Por fim, a pizza desce para a parte inferior da maquina onde é colocada numa caixa de pizza para a retirada, tudo pronto em cerca de 3 minutos!


Vamos considerar que a pizza italiana é bem diferente da brasileira, não é ruim como a maioria das pessoas costuma dizer, é simplesmente diferente, mas, achei Lets Pizza uma das pizzas mais próximas do que estamos acostumados.

Massa fininha e crocante, molho e queijo.

No site www.letspizza.it vocês poderão assistir a um videozinho sobre a maquina e seu funcionamento (inclusive em seu interior), mas no youtube existem vários outros videozinhos de consumidores. Eu mesma filmei o funcionamento da maquina, é muito legal!

Agora com relação ao vídeo, no site, a caixa da pizza que sai tem tampa, a que compramos, não tinha, também não saíram talheres da máquina e a pizza não sai cortada... Ainda sim, vale muito a pena, um produto bom e relativamente barato, rápido e muito melhor que comprar amendoim nessas maquinnhas de venda...

Ah, vale dizer que a pizza individual italiana é grande.... algo em torno de 25-30cm de diâmetro.

Particularmente eu adorei a maquina, não vejo a hora que ela desembarque no Brasil, acho que daria muito certo!


Alguém quer investir?

:o)

Primo Rico, Primo Pobre: São Judas e a rota do frango com polenta

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Bom, primeiro devemos nos desculpar pelo blog ter ficado meio largadinho este ultimo mês e meio... correria no trabalho, depois merecidas férias.... ah, as férias, depois teremos textos deliciosos sobre ela... mas, deixando o mimimi de lado, vamos ao que interessa!

Um "abismo" se localiza entre os números 1749 e o 1911 da avenida Maria Servidei Demarchi, em São Bernardo do Campo. Na famosa rota do frango com polenta, duas famílias tradicionais da cidade administram dois enormes restaurantes com a mesma proposta, mas tão diferentes em tanta coisa: tratam-se das casas São Judas Tadeu e São Francisco.



Excluindo os outros restaurantes da famosa rota (como o Florestal, o Gaia e vários outros), o foco nestas duas casas se explica: no último fim de semana, pensando em um lugar para almoçarmos às 14h30 (horário em que muitos restaurantes no ABC, especialmente São Bernardo, já fazem cara feia se você tenta entrar neles, para fecharem às 15h), a Cá sugeriu de irmos à Rota, e, apesar de não sermos habitués da região, marcamos nossa presença de tempos em tempos, mas praticamente sempre no São Judas e no Florestal.



Com a intenção de variarmos, fomos ao São Francisco desta vez, e, nossa coleção de surpresas começou com uma negativa, logo de cara: Enquanto o São Judas, um dos 3 maiores restaurantes do Brasil, superlativo em todos os aspectos, nunca está lotado, mas tem uma ocupação razoável (acho que de 50 a 60% da casa nos fins de semana comuns), o São Francisco estava literalmente às moscas, com 4 ou 5 mesas ocupadas. A segunda supresa, muito positiva, foi no atendimento da hostess da casa, que explicou o sistema de funcionamento do restaurante (que já conhecíamos, mas foi atencioso da parte dela), já com os preços, inclusive. No São Judas, o atendimento inicial é bem falho, as pessoas simplesmente te levam para uma mesa e acabou. Provavelmente, diferenças criadas pela quantidade de gente que entra no restaurante diariamente e a necessidade de rapidez no restaurante dos Demarchi em relação ao dos Morassi.


O sistema das duas casas é bem equivalente, come-se o quanto quiser por um valor específico, com ilhas bem determinadas: saladas, pratos quentes, massas com molhos feitos na hora, churrasco e sobremesa; ou opta-se por um cardápio à la carte, com valores normalmente muito mais caros. A terceira surpresa vem no preço: enquanto o São Judas é um restaurante relativamente caro, o São Francisco tem preços mais acessíveis, com o buffet de almoço nos fins de semana custando R$ 29,90 por pessoa; ponto positivo pros Morassi, mesmo não tendo a enorme variedade de pratos do primo rico.


Mas, como estamos falando da rota do Frango com Polenta, nada mais justo que avaliar os restaurantes também no prato principal deste ponto turístico sãobernardense. Enquanto a ocupação do São Judas faz com que a reposição seja constante, o São Francisco acaba ficando com pratos mais tempo nos rechauds, o que gerou os dois únicos problemas do local no dia: a polenta estava extremamente ressecada e, se o frango à passarinho estava ótimo, sua versão à milanesa estava seca e fria. Mas todos os outros pratos do São Francisco estavam ótimos, do mesmo nível do mais famoso restaurante da rota. A Cá, inclusive, achou a feijoada dos Morassi bem melhor que a dos Demarchi.

No final, sobremesas em menor número de opções, mas que tinham aparencia muito melhor que as do São Judas (que parecem muito food service), e estavam de acordo com suas apresentações. Na conta, a diferença de R$ 20 no consumo médio de um casal (90 reais no primo rico, 70 reais no primo pobre) é praticamente suficiente para uma 3a pessoa almoçar no São Francisco. Mas o que fez um restaurante, que era tão lotado quanto o outro nos anos 1970 e 80 decair tanto em público? Acredito que o primeiro fator seja localização: quem vem pela Anchieta passa primeiro pelo São Judas, para depois de alguns metros chegar no São Francisco. O São Judas tem um acesso bem em frente à ele, enquanto o primo pobre depende de um retorno alguns metros à frente; mais importante que tudo isso, vem o segundo fator: a expansão feita pelos Demarchi no seu restaurante criou um colosso em plena avenida, enquanto o seu concorrente continua do mesmo tamanho da década de 80 (além de escuro e "velho" por dentro). E, para justificar este monstrengo de restaurante, no caso do São Judas, claro, é necessária muita divulgação e publicidade feita pelos Demarchi o que contribui muito para que o primo rico seja mais famoso e cheio. Mas ambos, assim como o Florestal, ainda apostam a maior parte de seu faturamento na combinação Jantar-show, sempre com nomes conhecidos do público em geral (ainda que não gostemos de, por exemplo, Victor e Leo, sabemos quem eles são).


Notamos muitas mesas reservadas (para grupos sempre maiores que 12 pessoas) no São Francisco para o jantar; pode ser que um pouco de sua pompa ainda perdure às noites, o que é justo, pois é uma pena ver um restaurante deste nível ficar deserto como estava no sábado. Nesta disputa entre primo rico e primo pobre, dar uma chance para o menos abastado pode ser muito mais interessante do que você imagina. Tente atravessar o abismo e chegar no número 1911; dificilmente você se arrependerá.

D.

Ainda os copinhos de chocolate Cacau Show...

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Eu realmente não ligo se isso parecer uma "perseguição", aliás eu costumo mesmo ser chata com empresas que não cumprem o que prometem, não entregam o que propõe e principalmente, não dão a minima para uma reclamação de um cliente...

Quem não leu o "caso" copinhos de chocolate Cacau Show pode ler aqui.

Ou resumidamente:

Na pressa comprei os tais copinhos para fazer uma sobremesa, de tão finos e malfeitos, eles racharam, quebraram e/ou cederam com o peso do creme que coloquei neles... Eu fiquei surpresa com a má qualidade do produto visto que eu ja havia comprado os copinhos uns 2 anos antes. Fiz uma reclamação no site da empresa que entrou em contato comigo apenas com a "resposta padrão".

 Vejam que horrivel! De tão fino o chocolate fica translucido!


Eis que já tinha deixado essa historia p/ lá com a certeza que não voltaria a comprar os copinhos da Cacau Show, quando encontrei essa foto, da primeira  vez que comprei o produto... e não é que realmente eu não estava maluca!!!

Olhem a lateral dos copinhos, uniformes, firmes e espessas. O acabamento do produto...

Reparem  bem... Isso:


ou isso???



Ganancia e falta de respeito ao consumidor, é esse o nome... menos produto, menos qualidade por mais preço.

Nice Cup Café

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O Di é um, podemos dizer, viciado em café e eu, que não tomava nada além de café com leite (ou no meu caso, seria leite com café?), depois que começamos a namorar, passei a gostar da bebida e a consumi-la vez ou outra.
Como moramos no ABC e aqui a cultura do café havia parado no "Frans", pesquisamos até encontrar o mais agradável. Acredite, mesmo se tratando de uma franquia, há muuuuuita diferença entre uma loja e outra, tudo claro, devido ao treinamento de funcionários e dedicação dos donos.

Frequentamos muito tempo o Frans a ponto de fazermos amizade com os donos da loja. a familia "Aeroless". Iamos muito e em todos os horários, o espresso estava sempre bem tirado e os drinks bem feitos.

Depois que compramos uma Nespresso, um aeroccino e uma prensa francesa (rs) deixamos de frequentar taaaanto o Frans... passado um tempo voltamos à loja e notamos um serviço desatento, confuso... indo outras vezes, encontramos somente a decadência da loja e seus produtos malfeitos.

Nesse meio tempo, também responsável por nos tirar do Frans, foi o Café Bandeiras. Um delicioso e aconchegante café aberto em Santo André, porém hoje jaz debaixo de um projeto de pub...

Então... ficamos orfãos de café... Café no sentido amplo da palavra, para nós um lugar agradável para colocar as idéias e as conversas em dia.

Tentamos vááários outros, dos badalados ao simples... nada...

Até que descobrimos o Nice Cup Cafe!

Localizado na chácara Klabin/SP, ele é um daqueles cantinhos escondidinhos, que lhe convida a entrar e ficar por horas e horas.

Oferece pratos, alguns com toque de café, esses ainda não experimentamos.

Bom, já provamos vários tipos de café, desde os tradicionais espresso e capuccino, passando por mais exóticos, como o café turco e um café gelado com alecrim; inusitado e delicioso!

Os doces são uma tentação a parte. Nós vemos passando para as mesas dos lados e sempre ficamos aguados... Já experimentamos a rabanada: muito boa, acompanha creme inglês e sorvete; os bolinhos de chuva, não gostei, achei muito massudos, pesados, sem sabor e os churros acompanhados de uma caneca com chocolate  quente bem cremoso, p/ mergulhá-los... Não são os mesmos churros do Tortoni, mas suspiram Argentina! (ah... como amo esse país). http://www.nicecup.com.br/cardapio.html

Não sei se foi muito azar, mas todas as vezes sentamos do lado de gente com papo bem esquisito, mas, ok, focamos no café. rs

No geral o local é frequentado por amigos em um happy hour mais light, solteiros em busca de um chopp e futebol às quartas, familias e casais, ou seja, um ambiente bastante tranquilo com serviço atencioso.

Recomendamos a visita e as 'revisitas', se entregando ao café sem medos. Vá com tempo e encha sua alma com o aroma envolvente deste grão, num lugar que o tempo parece correr um pouco mais devagar (apesar do wifi). 

R. Pedro Nicole, 01 - Chac. Klabin / SP - www.nicecup.com.br